Adidos Agrícolas destacam eficiência do sistema agropecuário em Mato Grosso do Sul
Adidos Agrícolas destacam eficiência do sistema agropecuário em Mato Grosso do Sul

Adidos Agrícolas destacam eficiência do sistema agropecuário em Mato Grosso do Sul

“Estamos impressionados com a eficiência de trabalho dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. As decisões estratégicas se refletem nos bons resultados verificados e acredito que podemos realizar uma troca de conhecimentos entre Brasil e África do Sul”. A afirmação foi feita pelo representante da embaixada sul-africana, Andile Maxwell Hawes, na quinta (20), no último dia de visita no intercambio AgroBrazil, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
O grupo formado por adidos de sete países visitou propriedades rurais localizadas em Miranda e Sidrolândia para conhecer os sistemas produtivos implantados na agricultura e pecuária. A última parada foi uma visita ao Circuito InterCorte, promovido no centro de eventos Albano Franco, em Campo Grande.
O evento, que acontece nos dias 20 e 21 de julho, é considerado um dos mais consistentes da cadeia produtiva e percorre os principais polos de produção de carne do Brasil, levando informação, discussão e tecnologia aos produtores.
Segundo o gestor do Departamento Técnico do Sistema FAMASUL, Justino Mendes, acompanhar o programa de intercambio foi gratificante, principalmente por comprovar o excelente trabalho feito pelo produtor rural sul-mato-grossense.
“Os visitantes demonstraram muita curiosidade em conhecer os métodos tecnológicos e ficaram surpresos em verificar que conseguimos produzir em um mesmo ciclo produtivo três safras. Eles destacaram a harmonia no desenvolvimento das atividades e a responsabilidade social dos empresários em produzir com sustentabilidade”, afirmou.
O adido tailandês, Terrapong Vanichanon, reforçou a satisfação em ter participado da viagem e revela que levará as informações ao seu país de origem. “Nossa matriz econômica é agrícola, porém não existe uma produção integrada como a que observei, unindo plantio, pecuária e piscicultura. Outro ponto que me chamou a atenção foi o relato de um dos proprietários que conseguiu transformar uma área não produtiva em uma produtora de commodities em 40 anos de atividade. É um desenvolvimento notável”, argumenta.
Na avaliação do representante da China, Changqing Bai, as visitas técnicas proporcionaram o real conhecimento da grandiosidade de recursos existentes na agricultura brasileira.
“O Brasil e a China podem contribuir muito um com o outro, quando o assunto é intercâmbio de tecnologia. Acredito que a parceria comercial se fortalecerá cada vez mais, a exemplo do que já vem acontecendo nos últimos anos”, disse.
Satisfação – A Superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, afirmou que o sentimento unânime é de satisfação. “É motivo de muita satisfação comprovar pessoalmente o quanto a produção agropecuária de Mato Grosso do Sul agradou os visitantes. Acredito que nosso objetivo foi cumprido ao apresentar o que o sistema produtivo brasileiro tem de melhor”, disse.
Cenário MT
“Estamos impressionados com a eficiência de trabalho dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. As decisões estratégicas se refletem nos bons resultados verificados e acredito que podemos realizar uma troca de conhecimentos entre Brasil e África do Sul”. A afirmação foi feita pelo representante da embaixada sul-africana, Andile Maxwell Hawes, na quinta (20), no último dia de visita no intercambio AgroBrazil, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
O grupo formado por adidos de sete países visitou propriedades rurais localizadas em Miranda e Sidrolândia para conhecer os sistemas produtivos implantados na agricultura e pecuária. A última parada foi uma visita ao Circuito InterCorte, promovido no centro de eventos Albano Franco, em Campo Grande.
O evento, que acontece nos dias 20 e 21 de julho, é considerado um dos mais consistentes da cadeia produtiva e percorre os principais polos de produção de carne do Brasil, levando informação, discussão e tecnologia aos produtores.
Segundo o gestor do Departamento Técnico do Sistema FAMASUL, Justino Mendes, acompanhar o programa de intercambio foi gratificante, principalmente por comprovar o excelente trabalho feito pelo produtor rural sul-mato-grossense.
“Os visitantes demonstraram muita curiosidade em conhecer os métodos tecnológicos e ficaram surpresos em verificar que conseguimos produzir em um mesmo ciclo produtivo três safras. Eles destacaram a harmonia no desenvolvimento das atividades e a responsabilidade social dos empresários em produzir com sustentabilidade”, afirmou.
O adido tailandês, Terrapong Vanichanon, reforçou a satisfação em ter participado da viagem e revela que levará as informações ao seu país de origem. “Nossa matriz econômica é agrícola, porém não existe uma produção integrada como a que observei, unindo plantio, pecuária e piscicultura. Outro ponto que me chamou a atenção foi o relato de um dos proprietários que conseguiu transformar uma área não produtiva em uma produtora de commodities em 40 anos de atividade. É um desenvolvimento notável”, argumenta.
Na avaliação do representante da China, Changqing Bai, as visitas técnicas proporcionaram o real conhecimento da grandiosidade de recursos existentes na agricultura brasileira.
“O Brasil e a China podem contribuir muito um com o outro, quando o assunto é intercâmbio de tecnologia. Acredito que a parceria comercial se fortalecerá cada vez mais, a exemplo do que já vem acontecendo nos últimos anos”, disse.
Satisfação – A Superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, afirmou que o sentimento unânime é de satisfação. “É motivo de muita satisfação comprovar pessoalmente o quanto a produção agropecuária de Mato Grosso do Sul agradou os visitantes. Acredito que nosso objetivo foi cumprido ao apresentar o que o sistema produtivo brasileiro tem de melhor”, disse.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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