Acusado de estuprar a ex é condenado a seis anos de prisão no semiaberto
Acusado de estuprar a ex é condenado a seis anos de prisão no semiaberto

Acusado de estuprar a ex é condenado a seis anos de prisão no semiaberto

Um homem de 27 anos foi condenado a seis anos de prisão por estuprar a ex-mulher em Glória de Dourados, a 265 quilômetros de Campo Grande. Segundo informações da sentença, o crime aconteceu em janeiro de 2015, quando o acusado, depois de bater e esganar a vítima, obrigou-a a tirar a roupa, tomar banho na frente dele e depois manter relações sexuais forçadas.
O casal havia se separado pouco antes após uma vida repleta de brigas e agressões. Em depoimento prestado à Justiça, a mulher disse que o réu tentou abusar dela em outra ocasião, ameaçando-a com uma faca, mas ela conseguiu fugir.Testemunhas disseram que a vítima tinha 15 anos quando começou a namorar o agressor e saiu de casa para morar com o companheiro aos 19. Ele costumava bater na cara dela dizendo ser brincadeira, de modo que família passou a não concordar com o relacionamento.A mãe da mulher contou que o réu chegou a tentar atropelá-la junto com a filha em certa ocasião, demonstrando o perfil violento que ele tinha.Quando o acusado começou a agredir a esposa com mais frequência, ela resolveu dar um fim ao relacionamento e voltou à casa dos pais, que a mandaram para outro município para protegê-la das ameaças que passou a sofrer.O réu negou o crime. Disse que brigava com a mulher por ciúmes, já que ela não o deixava ver as conversas com outras pessoas que ela mantinha no celular. Contou também que os dois voltaram a ficar juntos mesmo após a denúncia e que a vítima ligava para ele marcando encontros no município onde ela estava “escondida”.A juíza Rosângela Alves de Lima Fávero, contudo, entendeu que as provas e depoimentos apresentados foram contundentes para corroborar a prática do estupro e condenou o réu a seis anos de cadeia inicialmente em regime semiaberto. A decisão foi tomada no dia 5 de maio, mas só foi publicada nesta sexta-feira (23) no Diário da Justiça.
O casal havia se separado pouco antes após uma vida repleta de brigas e agressões. Em depoimento prestado à Justiça, a mulher disse que o réu tentou abusar dela em outra ocasião, ameaçando-a com uma faca, mas ela conseguiu fugir.
Testemunhas disseram que a vítima tinha 15 anos quando começou a namorar o agressor e saiu de casa para morar com o companheiro aos 19. Ele costumava bater na cara dela dizendo ser brincadeira, de modo que família passou a não concordar com o relacionamento.
A mãe da mulher contou que o réu chegou a tentar atropelá-la junto com a filha em certa ocasião, demonstrando o perfil violento que ele tinha.
Quando o acusado começou a agredir a esposa com mais frequência, ela resolveu dar um fim ao relacionamento e voltou à casa dos pais, que a mandaram para outro município para protegê-la das ameaças que passou a sofrer.
O réu negou o crime. Disse que brigava com a mulher por ciúmes, já que ela não o deixava ver as conversas com outras pessoas que ela mantinha no celular. Contou também que os dois voltaram a ficar juntos mesmo após a denúncia e que a vítima ligava para ele marcando encontros no município onde ela estava “escondida”.
A juíza Rosângela Alves de Lima Fávero, contudo, entendeu que as provas e depoimentos apresentados foram contundentes para corroborar a prática do estupro e condenou o réu a seis anos de cadeia inicialmente em regime semiaberto. A decisão foi tomada no dia 5 de maio, mas só foi publicada nesta sexta-feira (23) no Diário da Justiça.
Campo Grande News
Um homem de 27 anos foi condenado a seis anos de prisão por estuprar a ex-mulher em Glória de Dourados, a 265 quilômetros de Campo Grande. Segundo informações da sentença, o crime aconteceu em janeiro de 2015, quando o acusado, depois de bater e esganar a vítima, obrigou-a a tirar a roupa, tomar banho na frente dele e depois manter relações sexuais forçadas.
O casal havia se separado pouco antes após uma vida repleta de brigas e agressões. Em depoimento prestado à Justiça, a mulher disse que o réu tentou abusar dela em outra ocasião, ameaçando-a com uma faca, mas ela conseguiu fugir.Testemunhas disseram que a vítima tinha 15 anos quando começou a namorar o agressor e saiu de casa para morar com o companheiro aos 19. Ele costumava bater na cara dela dizendo ser brincadeira, de modo que família passou a não concordar com o relacionamento.A mãe da mulher contou que o réu chegou a tentar atropelá-la junto com a filha em certa ocasião, demonstrando o perfil violento que ele tinha.Quando o acusado começou a agredir a esposa com mais frequência, ela resolveu dar um fim ao relacionamento e voltou à casa dos pais, que a mandaram para outro município para protegê-la das ameaças que passou a sofrer.O réu negou o crime. Disse que brigava com a mulher por ciúmes, já que ela não o deixava ver as conversas com outras pessoas que ela mantinha no celular. Contou também que os dois voltaram a ficar juntos mesmo após a denúncia e que a vítima ligava para ele marcando encontros no município onde ela estava “escondida”.A juíza Rosângela Alves de Lima Fávero, contudo, entendeu que as provas e depoimentos apresentados foram contundentes para corroborar a prática do estupro e condenou o réu a seis anos de cadeia inicialmente em regime semiaberto. A decisão foi tomada no dia 5 de maio, mas só foi publicada nesta sexta-feira (23) no Diário da Justiça.
O casal havia se separado pouco antes após uma vida repleta de brigas e agressões. Em depoimento prestado à Justiça, a mulher disse que o réu tentou abusar dela em outra ocasião, ameaçando-a com uma faca, mas ela conseguiu fugir.
Testemunhas disseram que a vítima tinha 15 anos quando começou a namorar o agressor e saiu de casa para morar com o companheiro aos 19. Ele costumava bater na cara dela dizendo ser brincadeira, de modo que família passou a não concordar com o relacionamento.
A mãe da mulher contou que o réu chegou a tentar atropelá-la junto com a filha em certa ocasião, demonstrando o perfil violento que ele tinha.
Quando o acusado começou a agredir a esposa com mais frequência, ela resolveu dar um fim ao relacionamento e voltou à casa dos pais, que a mandaram para outro município para protegê-la das ameaças que passou a sofrer.
O réu negou o crime. Disse que brigava com a mulher por ciúmes, já que ela não o deixava ver as conversas com outras pessoas que ela mantinha no celular. Contou também que os dois voltaram a ficar juntos mesmo após a denúncia e que a vítima ligava para ele marcando encontros no município onde ela estava “escondida”.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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