Acidente com Hilux na BR-262 mata filho de dono de frigorífico de MS
Acidente com Hilux na BR-262 mata filho de dono de frigorífico de MS

Acidente com Hilux na BR-262 mata filho de dono de frigorífico de MS

Um acidente envolvendo um veículo Toyota Hilux, com placas de Aquidauana, deixou um morto, na BR-262 (km 416), próximo a Terenos, a cerca de 28 km da Capital. De acordo com testemunhas, o acidente ocorreu na noite de sábado (20). Entretanto, o veículo só foi encontrado na manhã deste domingo, por ter ficado oculto na vegetação, após ter descido um barranco.
A vítima foi identificada como Eduardo Chramosta, 37, filho do dono do frigorífico Buriti, em Aquidauana. Eduardo foi candidato a vereador de Anastácio pelo PSDB, no ano de 2012, mas ficou com o cargo de suplente.
A vítima foi identificada como Eduardo Chramosta, 37, filho do dono do frigorífico Buriti, em Aquidauana. Eduardo foi candidato a vereador de Anastácio pelo PSDB, no ano de 2012, mas ficou com o cargo de suplente.
Midiamax
Um acidente envolvendo um veículo Toyota Hilux, com placas de Aquidauana, deixou um morto, na BR-262 (km 416), próximo a Terenos, a cerca de 28 km da Capital. De acordo com testemunhas, o acidente ocorreu na noite de sábado (20). Entretanto, o veículo só foi encontrado na manhã deste domingo, por ter ficado oculto na vegetação, após ter descido um barranco.
A vítima foi identificada como Eduardo Chramosta, 37, filho do dono do frigorífico Buriti, em Aquidauana. Eduardo foi candidato a vereador de Anastácio pelo PSDB, no ano de 2012, mas ficou com o cargo de suplente.
A vítima foi identificada como Eduardo Chramosta, 37, filho do dono do frigorífico Buriti, em Aquidauana. Eduardo foi candidato a vereador de Anastácio pelo PSDB, no ano de 2012, mas ficou com o cargo de suplente.

Título, descrição, avaliações, elementos visuais e dados de desempenho participam da apresentação de um app nas plataformas de distribuição.

Modelo adotado no país estabelece características comuns para identificar automóveis e facilitar o uso dos registros pelos órgãos de trânsito.

Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.