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Deputada Mara Caseiro apresenta projeto que reconhece Associação Nossa Senhora da Abadia como Utilidade Pública Estadual

Proposta destaca atuação educacional, social e comunitária da instituição de Sidrolândia e segue para análise da CCJR.

Redação - Noticidade
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Deputada Mara Caseiro apresenta projeto que reconhece Associação Nossa Senhora da Abadia como Utilidade Pública Estadual

Foto: Wagner Guimarães - Agência ALEMS

Nesta terça-feira (26), a deputada estadual Mara Caseiro (PL) apresentou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul um Projeto de Lei que declara de Utilidade Pública Estadual a Associação Educacional Nossa Senhora da Abadia, localizada em Sidrolândia.

A proposta foi protocolada no Plenário das Deliberações e reconhece oficialmente a relevância dos serviços prestados pela entidade nas áreas da educação, assistência social, cultura, esporte e integração comunitária.

“O projeto visa reconhecer oficialmente a importância da atuação da Associação Educacional Senhora da Abadia, por meio da declaração de Utilidade Pública Estadual, por atuar há décadas na promoção da educação básica e no desenvolvimento de ações voltadas à formação integral de crianças e adolescentes, pautada em princípios educacionais, sociais, culturais e comunitários”, destacou a deputada na justificativa do projeto.

Segundo o texto apresentado, além das atividades regulares de ensino, a instituição desenvolve projetos pedagógicos, esportivos, culturais e sociais, promovendo ações como futsal, vôlei, handebol, ginástica, feiras de ciências, exposições culturais, desfiles cívicos e festividades educativas.

O projeto também ressalta a participação ativa da associação em ações sociais no município, incluindo eventos beneficentes, bazares solidários, apoio a pessoas em tratamento contra o câncer, encontros religiosos e atividades voltadas à comunidade local.

Ainda conforme a justificativa, a entidade atende às exigências previstas na Lei Estadual nº 3.498/2008, que regulamenta o reconhecimento de utilidade pública estadual, comprovando regularidade jurídica, funcionamento contínuo e finalidade sem fins lucrativos.

Com a apresentação do projeto, a matéria agora segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa.

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