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Mulher de 36 anos é executada com tiro na cabeça em Maracaju e companheiro sobrevive após arma falhar

Dois homens armados invadiram a residência na Vila Juquita e fugiram após o crime.

Redação - Noticidade
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Mulher de 36 anos é executada com tiro na cabeça em Maracaju e companheiro sobrevive após arma falhar

Foto: Divulgação - PM

Uma mulher identificada como Kátia Lima Chimenes, de 36 anos, foi assassinada com um tiro na cabeça na noite de sábado (20), dentro da própria residência, na Rua Mário Silva, na Vila Juquita, em Maracaju. O filho da vítima, um adolescente, presenciou a execução e relatou à polícia como os autores invadiram o imóvel.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas após denúncias de disparos de arma de fogo no local. Ao chegarem à residência, encontraram Kátia caída na sala, já sem vida. O Corpo de Bombeiros foi chamado e constatou o óbito.

Conforme relato do filho da vítima aos policiais, dois homens usando roupas escuras e capacetes se aproximaram da casa pelos fundos, em uma área próxima à Escola Lima de Figueiredo. Um dos suspeitos entrou na residência pela janela da cozinha, enquanto o outro permaneceu do lado de fora. Em seguida, Kátia, que estava na sala, foi atingida por um disparo.

O companheiro da vítima, V. P.D.S., informou que estava no quarto trocando de roupa quando ouviu o tiro. Ao sair para verificar o que havia acontecido, encontrou Kátia caída e afirmou ter sido ameaçado por um dos criminosos.

Segundo o depoimento, o suspeito apontou a arma em sua direção e ordenou que abaixasse a cabeça, dizendo que também o mataria. No entanto, a arma falhou no momento em que o autor acionou o gatilho. Logo depois, o criminoso fugiu pela mesma janela utilizada para entrar na residência.

A perícia criminal esteve no local e constatou que Kátia foi atingida por um único disparo na cabeça. Também foram apreendidas duas cápsulas deflagradas de munição calibre .380 da marca CBC.

Durante as investigações, a Polícia Civil informou que tentou apreender o celular da vítima para análise, mas a filha de Kátia recusou-se a entregar o aparelho e também não forneceu a senha de acesso. O caso foi registrado como homicídio simples e homicídio simples na forma tentada e segue sendo investigado pelo Setor de Investigações Gerais (SIG), que busca imagens de câmeras de segurança para identificar os autores e esclarecer a motivação do homicídio.

Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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