Reinaldo quer posição do governo federal sobre futuro da CCR em MS
Reinaldo quer posição do governo federal sobre futuro da CCR em MS

Reinaldo quer posição do governo federal sobre futuro da CCR em MS

Na próxima terça-feira (25), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) viaja para Brasília em busca de respostas sobre o futuro da CCR em Mato Grosso do Sul e uma posição do governo federal sobre a decisão da empresa de paralisar as obras.
Reinaldo detalhou hoje que a reunião deve acontecer às 18h30 com a presença da bancada federal de MS, o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Jorge Luiz Macedo Bastos o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa.
|Queremos saber qual vai ser a posição do governo federal sobre a decisão da CCR de paralisar as obras na BR-163|, disse ele, ao ressaltar que antes da reunião com os representantes da União, a bancada deve se reunir para alinhar um discurso.
Crise - Para suspender as obras e pedir revisão do contrato, a CCR MSVia alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013, quando as projeções foram feitas, o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.
A empresa também afirmou, em coletiva de imprensa, que cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa. Entretanto, os valores não são revelados, mas há estimativa que gire na casa de milhões de reais.
O contrato do Governo Federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. Porém, a CCR propõe que haja duplicação de 400 km até o décimo e 15º ano de concessão. A BR-163 tem 806 km de duplicação para ser realizado em Mato Grosso do Sul.
Campo Grande News
Na próxima terça-feira (25), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) viaja para Brasília em busca de respostas sobre o futuro da CCR em Mato Grosso do Sul e uma posição do governo federal sobre a decisão da empresa de paralisar as obras.
Reinaldo detalhou hoje que a reunião deve acontecer às 18h30 com a presença da bancada federal de MS, o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Jorge Luiz Macedo Bastos o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa.
|Queremos saber qual vai ser a posição do governo federal sobre a decisão da CCR de paralisar as obras na BR-163|, disse ele, ao ressaltar que antes da reunião com os representantes da União, a bancada deve se reunir para alinhar um discurso.
Crise - Para suspender as obras e pedir revisão do contrato, a CCR MSVia alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013, quando as projeções foram feitas, o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.
A empresa também afirmou, em coletiva de imprensa, que cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa. Entretanto, os valores não são revelados, mas há estimativa que gire na casa de milhões de reais.
O contrato do Governo Federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. Porém, a CCR propõe que haja duplicação de 400 km até o décimo e 15º ano de concessão. A BR-163 tem 806 km de duplicação para ser realizado em Mato Grosso do Sul.

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