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Prefeitura pretende acabar com convocações de professores na Capital

Prefeitura pretende acabar com convocações de professores na Capital

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Prefeitura pretende acabar com convocações de professores na Capital

O secretário municipal de Finanças e Planejamento (Sefin), Pedro Pedrossian Neto, informou, nesta segunda-feira (28), que a prefeitura de Campo Grande deve acabar com a figura do professor convocado na rede municipal de ensino. Neto explicou que o município busca seguir um quadro de moralização imposto pela população.

Conforme o titular da Sefin, o município já havia chamado mil professores para ocupar as vagas dos comissionados e, novamente, deve repetir a medida, após projeto aprovado na Câmara Municipal.

|O chamamento vai ser feito de forma gradativa|, comentou. |Nós queremos eliminar a figura do professor convocado, assim, a gente atende a uma demanda da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), do Ministério Público Estadual e da opinião pública que quer um quadro de moralização|, explica.

|O convocado pode ser livremente escolhido pelo gestor e o efetivo não. Passou no concurso é o dona da vaga|, afirma. No entanto, Pedro Pedrossian informou que, no momento, o município não prevê a realização de novos concursos para a educação. |No momento temos o concurso atual|, finalizou.

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O secretário municipal de Finanças e Planejamento (Sefin), Pedro Pedrossian Neto, informou, nesta segunda-feira (28), que a prefeitura de Campo Grande deve acabar com a figura do professor convocado na rede municipal de ensino. Neto explicou que o município busca seguir um quadro de moralização imposto pela população.

Conforme o titular da Sefin, o município já havia chamado mil professores para ocupar as vagas dos comissionados e, novamente, deve repetir a medida, após projeto aprovado na Câmara Municipal.

|O chamamento vai ser feito de forma gradativa|, comentou. |Nós queremos eliminar a figura do professor convocado, assim, a gente atende a uma demanda da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), do Ministério Público Estadual e da opinião pública que quer um quadro de moralização|, explica.

|O convocado pode ser livremente escolhido pelo gestor e o efetivo não. Passou no concurso é o dona da vaga|, afirma. No entanto, Pedro Pedrossian informou que, no momento, o município não prevê a realização de novos concursos para a educação. |No momento temos o concurso atual|, finalizou.

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