“Pensei que era brincadeira”, diz testemunha de crime em posto
“Pensei que era brincadeira”, diz testemunha de crime em posto

“Pensei que era brincadeira”, diz testemunha de crime em posto

“Pensei que era brincadeira. Depois fiquei rezando pela minha vida”. A frase é do argentino Adriano Sérgio Bruzzo, 46 anos, que presenciou a morte do colega João Adroaldo Marques Maciel, 54 anos, conhecido como “Peludo”. O fato aconteceu em um posto de combustíveis desativado, na noite de ontem (3), na BR-262, no Jardim Noroeste, em Campo Grande.
Adriano contou que mora no Brasil há 27 anos. Viaja em uma bicicleta cargueira fazendo serviços de eletricista. Há dois dias com a bicicleta quebrada, hospedou-se na casa da vítima, onde funcionava uma borracharia. O cômodo fica dentro do posto de combustíveis.
Ontem, a testemunha e João faziam o jantar, quando dois homens encapuzados, armados com revólver e faca, invadiram a residência. “Primeiro entrou um. Pensei que era brincadeira. Mas, depois entrou o outro. Os dois encapuzados”, lamenta.
Os criminosos, então, mandaram a vítima amarrar o argentino com um fio e colocá-lo no fundo do quarto, atrás de um móvel. “Fiquei rezando pela minha vida, enquanto ouvia o colega pedindo pelo amor de Deus e implorando para não morrer”, relata ainda assustado com a situação.
Na sequência, a testemunha escutou João agonizando. Conseguiu se soltar e encontrou a vítima caída embaixo de uma poça de sangue. “Foi uma facada certeira. Corri e fui pedir ajuda na rodovia. Estava muito escuro”, conta. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu.
O mecânico Raimundo Nonato, 57 anos, que trabalhou junto com a vítima, diz que o amigo era tranquilo e não tinha inimizade com ninguém. “Ele morava aqui há 8 anos. Era muito conhecido”, lamenta. O motivo do crime não foi informado. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, João Adroaldo não tinha passagem pela polícia.
Campo Grande News
“Pensei que era brincadeira. Depois fiquei rezando pela minha vida”. A frase é do argentino Adriano Sérgio Bruzzo, 46 anos, que presenciou a morte do colega João Adroaldo Marques Maciel, 54 anos, conhecido como “Peludo”. O fato aconteceu em um posto de combustíveis desativado, na noite de ontem (3), na BR-262, no Jardim Noroeste, em Campo Grande.
Adriano contou que mora no Brasil há 27 anos. Viaja em uma bicicleta cargueira fazendo serviços de eletricista. Há dois dias com a bicicleta quebrada, hospedou-se na casa da vítima, onde funcionava uma borracharia. O cômodo fica dentro do posto de combustíveis.
Ontem, a testemunha e João faziam o jantar, quando dois homens encapuzados, armados com revólver e faca, invadiram a residência. “Primeiro entrou um. Pensei que era brincadeira. Mas, depois entrou o outro. Os dois encapuzados”, lamenta.
Os criminosos, então, mandaram a vítima amarrar o argentino com um fio e colocá-lo no fundo do quarto, atrás de um móvel. “Fiquei rezando pela minha vida, enquanto ouvia o colega pedindo pelo amor de Deus e implorando para não morrer”, relata ainda assustado com a situação.
Na sequência, a testemunha escutou João agonizando. Conseguiu se soltar e encontrou a vítima caída embaixo de uma poça de sangue. “Foi uma facada certeira. Corri e fui pedir ajuda na rodovia. Estava muito escuro”, conta. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu.
O mecânico Raimundo Nonato, 57 anos, que trabalhou junto com a vítima, diz que o amigo era tranquilo e não tinha inimizade com ninguém. “Ele morava aqui há 8 anos. Era muito conhecido”, lamenta. O motivo do crime não foi informado. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, João Adroaldo não tinha passagem pela polícia.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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