Luto: em um dos últimos vídeos publicados, pastor João Ari fez reflexão sobre a vida. Veja
Luto: em um dos últimos vídeos publicados, pastor João Ari fez reflexão sobre a vida. Veja

Luto: em um dos últimos vídeos publicados, pastor João Ari fez reflexão sobre a vida. Veja

Faleceu no domingo (16), o pastor João Ari Adorian, de 64 anos, que era muito conhecido em Sidrolândia. Familiares e amigos lamentaram a morte do pastor nas redes sociais.
Em um dos últimos vídeos publicados no Facebook, o pastor fez uma reflexão sobre a vida, onde fala sobre Deus, família, tempo, conhecimento, legado, cuidado do corpo, metas, trabalho e dicas para jovens.
No início do vídeo, o pastor faz o seguinte questionamento: “Eu tenho 64 anos, quantos anos me restam? Dias? Meses? Semanas? Nós só sabemos a data em que nascemos, mas o dia que vamos partir deste mundo, nós não sabemos”. O pastor ainda completou: “Se nós estivermos em Cristo, teremos uma vida eterna gloriosa na presença do Deus Todo-Poderoso”.
Adentrando em temas mais específicos, o pastor disse que devemos sempre buscar e compartilhar o conhecimento que adquirimos. “Adquirir conhecimento é maravilhoso, não compartilhar esse conhecimento, é derrota”.
João também disse que não devemos “achar que sabemos algo”, mas sim aprender com os que estão ao nosso redor, e agradeceu aos familiares e amigos que o ajudaram durante os ‘momentos de fraqueza’. “Nós precisamos ter ao nosso lado pessoas que são melhores que nós, não queira ser o melhor, porque então você não aprenderá nada, ande com quem é melhor do que você e aprenderá a cada dia”.
Citando o exemplo de Robert Murray, um pregador escocês, que possui a famosa frase: “Deus me deu um cavalo e uma mensagem. Eu matei o cavalo (próprio corpo) e já não posso entregar a mensagem”. O pastor enfatizou que devemos cuidar do nosso corpo e, se necessário, mudar os hábitos.
O pastor ainda disse que se queremos ressignificar a nossa vida, devemos nos fazer as seguintes perguntas: “Quem sou eu? Para onde estou indo e onde quero chegar?”. Ele utilizou o exemplo do livro “Alice no País das Maravilhas”, onde a personagem principal está perdida e pede ajuda a um gato para escolher um caminho e o animal responde: “Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve”. João ainda afirmou que as pessoas escolhem o caminho das drogas, prostituição, corrupção e desânimo porque não sabem para onde ir e acabam andando em círculo por longos períodos.
Em relação ao trabalho, o pastor disse: “Se você é um empresário, lembre-se que sem os funcionários a sua empresa não anda, é como um veículo, sem pneu, combustível e motorista ele não anda. Uma empresa sem o capital (investimento), funcionário e o cliente ela não cresce. Se você não valorizar esses três, não terá sucesso”.
João ainda enfatizou que: “O segredo acima de tudo é temer a Deus. Por mais que você não queira acreditar, mas Deus sabe tudo a nosso respeito, Ele está te vendo, sabe os teus sentimentos, as tuas dores, alegrias e tristezas”.
Próximo ao final do vídeo ele destaca: “Eu vou viver todos os dias como se fossem o último, pois um dia poderá ser”.
Assista:
Faleceu no domingo (16), o pastor João Ari Adorian, de 64 anos, que era muito conhecido em Sidrolândia. Familiares e amigos lamentaram a morte do pastor nas redes sociais.
Em um dos últimos vídeos publicados no Facebook, o pastor fez uma reflexão sobre a vida, onde fala sobre Deus, família, tempo, conhecimento, legado, cuidado do corpo, metas, trabalho e dicas para jovens.
No início do vídeo, o pastor faz o seguinte questionamento: “Eu tenho 64 anos, quantos anos me restam? Dias? Meses? Semanas? Nós só sabemos a data em que nascemos, mas o dia que vamos partir deste mundo, nós não sabemos”. O pastor ainda completou: “Se nós estivermos em Cristo, teremos uma vida eterna gloriosa na presença do Deus Todo-Poderoso”.
Adentrando em temas mais específicos, o pastor disse que devemos sempre buscar e compartilhar o conhecimento que adquirimos. “Adquirir conhecimento é maravilhoso, não compartilhar esse conhecimento, é derrota”.
João também disse que não devemos “achar que sabemos algo”, mas sim aprender com os que estão ao nosso redor, e agradeceu aos familiares e amigos que o ajudaram durante os ‘momentos de fraqueza’. “Nós precisamos ter ao nosso lado pessoas que são melhores que nós, não queira ser o melhor, porque então você não aprenderá nada, ande com quem é melhor do que você e aprenderá a cada dia”.
Citando o exemplo de Robert Murray, um pregador escocês, que possui a famosa frase: “Deus me deu um cavalo e uma mensagem. Eu matei o cavalo (próprio corpo) e já não posso entregar a mensagem”. O pastor enfatizou que devemos cuidar do nosso corpo e, se necessário, mudar os hábitos.
O pastor ainda disse que se queremos ressignificar a nossa vida, devemos nos fazer as seguintes perguntas: “Quem sou eu? Para onde estou indo e onde quero chegar?”. Ele utilizou o exemplo do livro “Alice no País das Maravilhas”, onde a personagem principal está perdida e pede ajuda a um gato para escolher um caminho e o animal responde: “Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve”. João ainda afirmou que as pessoas escolhem o caminho das drogas, prostituição, corrupção e desânimo porque não sabem para onde ir e acabam andando em círculo por longos períodos.
Em relação ao trabalho, o pastor disse: “Se você é um empresário, lembre-se que sem os funcionários a sua empresa não anda, é como um veículo, sem pneu, combustível e motorista ele não anda. Uma empresa sem o capital (investimento), funcionário e o cliente ela não cresce. Se você não valorizar esses três, não terá sucesso”.
João ainda enfatizou que: “O segredo acima de tudo é temer a Deus. Por mais que você não queira acreditar, mas Deus sabe tudo a nosso respeito, Ele está te vendo, sabe os teus sentimentos, as tuas dores, alegrias e tristezas”.
Próximo ao final do vídeo ele destaca: “Eu vou viver todos os dias como se fossem o último, pois um dia poderá ser”.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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