Justiça dá aval para Prefeitura usar as 16 mil lâmpadas de LED armazenadas
Justiça dá aval para Prefeitura usar as 16 mil lâmpadas de LED armazenadas

Justiça dá aval para Prefeitura usar as 16 mil lâmpadas de LED armazenadas

A Justiça autorizou a utilização de 16 mil lâmpadas de LED que estão paradas no pátio da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), depois que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) apontou irregularidades no processo licitatório vencido pela empresa Solar Distribuição e Transmissão.
As lâmpadas, que custaram R$ 20,5 milhões ao município, serão instaladas vários pontos da cidade.
Durante audiência na tarde desta quarta-feira (5), a Prefeitura de Campo Grande, a empresa fornecedora e o MPE (Ministério Público Estadual) decidiram pela rescisão do contrato supostamente irregular, mas pela não devolução o que já foi entregue.
A administração municipal precisa encontrar agora uma forma de instalar as lâmpadas, uma vez que o contrato foi rompido e a empresa não recebeu ainda pela instalação.
O acordo foi assinado procurador-geral do município, Alexandre Ávalo, o advogado da Solar, Maverson Ribeiro Leão, e o promotor Marcos Alexa Vera de Oliveira, da 54ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público.
Tudo foi feito com o aval do juiz David de Oliveira Gomes Filho, 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Capital.
Histórico - A relação entre a prefeitura, então administrada pelo prefeito Alcides Bernal(PP), e a Solar começou em 31 de agosto do ano passado, quando o Poder Executivo informou que aderiu à ata de registro de preços por pregão presencial realizada pela AMMESF (Associação dos Municípios da Bacia Média do São Francisco) e empresa foi contratada por R$ 33,8 milhões para fornecer e instalar lâmpadas de LED.No dia 2 de setembro de 2016, já havia contêineres com lâmpadas no pátio da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), agora Sisep.A instalação começou logo depois em pontos como a avenida Afonso Pena e o bairro Aero Rancho, o mais populoso da cidade.A compra, desde o começo questionada pela Câmara Municipal, foi parar no TCE. No dia 6 de setembro, Bernal disse em entrevista que a empresa de Minas Gerais iria instalar um parque produtivo em Campo Grande e gerar 280 empregos.Conforme nota fiscal, foram pagos R$ 20.520.027,00, provenientes da Cosip (Contribuição para Custeio da Iluminação Pública), em 8 de setembro.Contudo, no dia 14 de setembro, o Tribunal de Contas mandou suspender a troca da lâmpadas existentes pela de LED e, desde então, as cerca de 16 mil lâmpadas que não haviam ainda sido utilizadas estão estocadas em 22 contenêires.No mês passado, o TCE manteve a liminar que suspendeu a execução do contrato. Bernal disse que vai recorrer e que a decisão do tribunal teve viés político.
Histórico - A relação entre a prefeitura, então administrada pelo prefeito Alcides Bernal(PP), e a Solar começou em 31 de agosto do ano passado, quando o Poder Executivo informou que aderiu à ata de registro de preços por pregão presencial realizada pela AMMESF (Associação dos Municípios da Bacia Média do São Francisco) e empresa foi contratada por R$ 33,8 milhões para fornecer e instalar lâmpadas de LED.
No dia 2 de setembro de 2016, já havia contêineres com lâmpadas no pátio da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), agora Sisep.
A instalação começou logo depois em pontos como a avenida Afonso Pena e o bairro Aero Rancho, o mais populoso da cidade.
A compra, desde o começo questionada pela Câmara Municipal, foi parar no TCE. No dia 6 de setembro, Bernal disse em entrevista que a empresa de Minas Gerais iria instalar um parque produtivo em Campo Grande e gerar 280 empregos.
Conforme nota fiscal, foram pagos R$ 20.520.027,00, provenientes da Cosip (Contribuição para Custeio da Iluminação Pública), em 8 de setembro.
Contudo, no dia 14 de setembro, o Tribunal de Contas mandou suspender a troca da lâmpadas existentes pela de LED e, desde então, as cerca de 16 mil lâmpadas que não haviam ainda sido utilizadas estão estocadas em 22 contenêires.
No mês passado, o TCE manteve a liminar que suspendeu a execução do contrato. Bernal disse que vai recorrer e que a decisão do tribunal teve viés político.
Campo Grande News
A Justiça autorizou a utilização de 16 mil lâmpadas de LED que estão paradas no pátio da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), depois que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) apontou irregularidades no processo licitatório vencido pela empresa Solar Distribuição e Transmissão.
As lâmpadas, que custaram R$ 20,5 milhões ao município, serão instaladas vários pontos da cidade.
Durante audiência na tarde desta quarta-feira (5), a Prefeitura de Campo Grande, a empresa fornecedora e o MPE (Ministério Público Estadual) decidiram pela rescisão do contrato supostamente irregular, mas pela não devolução o que já foi entregue.
A administração municipal precisa encontrar agora uma forma de instalar as lâmpadas, uma vez que o contrato foi rompido e a empresa não recebeu ainda pela instalação.
O acordo foi assinado procurador-geral do município, Alexandre Ávalo, o advogado da Solar, Maverson Ribeiro Leão, e o promotor Marcos Alexa Vera de Oliveira, da 54ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público.
Tudo foi feito com o aval do juiz David de Oliveira Gomes Filho, 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Capital.
Histórico - A relação entre a prefeitura, então administrada pelo prefeito Alcides Bernal(PP), e a Solar começou em 31 de agosto do ano passado, quando o Poder Executivo informou que aderiu à ata de registro de preços por pregão presencial realizada pela AMMESF (Associação dos Municípios da Bacia Média do São Francisco) e empresa foi contratada por R$ 33,8 milhões para fornecer e instalar lâmpadas de LED.No dia 2 de setembro de 2016, já havia contêineres com lâmpadas no pátio da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), agora Sisep.A instalação começou logo depois em pontos como a avenida Afonso Pena e o bairro Aero Rancho, o mais populoso da cidade.A compra, desde o começo questionada pela Câmara Municipal, foi parar no TCE. No dia 6 de setembro, Bernal disse em entrevista que a empresa de Minas Gerais iria instalar um parque produtivo em Campo Grande e gerar 280 empregos.Conforme nota fiscal, foram pagos R$ 20.520.027,00, provenientes da Cosip (Contribuição para Custeio da Iluminação Pública), em 8 de setembro.Contudo, no dia 14 de setembro, o Tribunal de Contas mandou suspender a troca da lâmpadas existentes pela de LED e, desde então, as cerca de 16 mil lâmpadas que não haviam ainda sido utilizadas estão estocadas em 22 contenêires.No mês passado, o TCE manteve a liminar que suspendeu a execução do contrato. Bernal disse que vai recorrer e que a decisão do tribunal teve viés político.
Histórico - A relação entre a prefeitura, então administrada pelo prefeito Alcides Bernal(PP), e a Solar começou em 31 de agosto do ano passado, quando o Poder Executivo informou que aderiu à ata de registro de preços por pregão presencial realizada pela AMMESF (Associação dos Municípios da Bacia Média do São Francisco) e empresa foi contratada por R$ 33,8 milhões para fornecer e instalar lâmpadas de LED.
No dia 2 de setembro de 2016, já havia contêineres com lâmpadas no pátio da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), agora Sisep.
A instalação começou logo depois em pontos como a avenida Afonso Pena e o bairro Aero Rancho, o mais populoso da cidade.
A compra, desde o começo questionada pela Câmara Municipal, foi parar no TCE. No dia 6 de setembro, Bernal disse em entrevista que a empresa de Minas Gerais iria instalar um parque produtivo em Campo Grande e gerar 280 empregos.
Conforme nota fiscal, foram pagos R$ 20.520.027,00, provenientes da Cosip (Contribuição para Custeio da Iluminação Pública), em 8 de setembro.
Contudo, no dia 14 de setembro, o Tribunal de Contas mandou suspender a troca da lâmpadas existentes pela de LED e, desde então, as cerca de 16 mil lâmpadas que não haviam ainda sido utilizadas estão estocadas em 22 contenêires.
No mês passado, o TCE manteve a liminar que suspendeu a execução do contrato. Bernal disse que vai recorrer e que a decisão do tribunal teve viés político.

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