Impasse com PRF e pouca adesão frustram protesto de caminhoneiros
Impasse com PRF e pouca adesão frustram protesto de caminhoneiros

Impasse com PRF e pouca adesão frustram protesto de caminhoneiros

Marcado para às 7h de hoje, o protesto dos caminhoneiros ainda não começou em Mato Grosso do Sul. Poucas pessoas se reúnem neste momento no anel viário que liga as rodovias 262 e 163, em Campo Grande.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) está nos locais marcados para acontecer o protesto e afirma que não há ofício que autorize o protesto e que se ocorrer, será considerado ilegal.
A paralisação em protesto a falta de reajuste do preço dos fretes, começou ontem em Rondonópolis (MT) e deve se espalhar hoje pelo país. Os caminhoneiros também pedem a redução no preço dos combustíveis e do pedágio; controle da indústria da multa e redução da carga tributária.
Valcir Francisco da Silva, empresário do ramos de transporte, afirma que a categoria luta pela aprovação da tabela do preço mínimo do frete que está no Congresso. |Sem essa tabela cada empresa cobra um valor e tem gente cobrando muito abaixo para poder trabalhar. Fazendo assim uma dívida maior para o futuro|, afirma.
De acordo com Valcir, de 2014 para cá, mais de 200 empresas do setor fecharam no Estado e só depois que começar a valer essa nova tabela |haverá lei de oferta e procura|.
Campo Grande News
Marcado para às 7h de hoje, o protesto dos caminhoneiros ainda não começou em Mato Grosso do Sul. Poucas pessoas se reúnem neste momento no anel viário que liga as rodovias 262 e 163, em Campo Grande.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) está nos locais marcados para acontecer o protesto e afirma que não há ofício que autorize o protesto e que se ocorrer, será considerado ilegal.
A paralisação em protesto a falta de reajuste do preço dos fretes, começou ontem em Rondonópolis (MT) e deve se espalhar hoje pelo país. Os caminhoneiros também pedem a redução no preço dos combustíveis e do pedágio; controle da indústria da multa e redução da carga tributária.
Valcir Francisco da Silva, empresário do ramos de transporte, afirma que a categoria luta pela aprovação da tabela do preço mínimo do frete que está no Congresso. |Sem essa tabela cada empresa cobra um valor e tem gente cobrando muito abaixo para poder trabalhar. Fazendo assim uma dívida maior para o futuro|, afirma.
De acordo com Valcir, de 2014 para cá, mais de 200 empresas do setor fecharam no Estado e só depois que começar a valer essa nova tabela |haverá lei de oferta e procura|.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.