Funcionário da Agenfa vai a Depol após ser agredido por comerciante em Maracaju
Funcionário da Agenfa vai a Depol após ser agredido por comerciante em Maracaju

Funcionário da Agenfa vai a Depol após ser agredido por comerciante em Maracaju

Um funcionário de 34 anos da Agenfa (Agência Fazendária) de Maracaju foi agredido, nesta segunda-feira (14), por um comerciante de 59 anos, após ter saído do Supermercado Abevê do bairro Paraguai.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a vítima estava carregando as suas mercadorias no porta malas, com sua esposa no veículo o aguardando, momento em que o autor chegou até ele e perguntou se ele trabalhava na Agenfa, ao responder que sim, o senhor perguntou se era ele quem estava filmando seu comércio, a vítima respondeu que não, mas acabou recebendo um soco na boca.
A mulher do autor saiu de um veículo que estava próximo e começou a xinga-lo, momento em que sua esposa também ficou exaltada e temendo pela integridade física dela, a vítima entrou no carro e ligou para a Polícia Militar que foi até o local, mas os agressores já haviam se retirado da cena.
De acordo com as informações, o funcionário alegou que sabe quem é o agressor, mas não o conhece e não teria feito nada para ele, por este motivo, foi até a Delegacia de Polícia Civil e desejou representar criminalmente em desfavor do autor.
Um funcionário de 34 anos da Agenfa (Agência Fazendária) de Maracaju foi agredido, nesta segunda-feira (14), por um comerciante de 59 anos, após ter saído do Supermercado Abevê do bairro Paraguai.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a vítima estava carregando as suas mercadorias no porta malas, com sua esposa no veículo o aguardando, momento em que o autor chegou até ele e perguntou se ele trabalhava na Agenfa, ao responder que sim, o senhor perguntou se era ele quem estava filmando seu comércio, a vítima respondeu que não, mas acabou recebendo um soco na boca.
A mulher do autor saiu de um veículo que estava próximo e começou a xinga-lo, momento em que sua esposa também ficou exaltada e temendo pela integridade física dela, a vítima entrou no carro e ligou para a Polícia Militar que foi até o local, mas os agressores já haviam se retirado da cena.
De acordo com as informações, o funcionário alegou que sabe quem é o agressor, mas não o conhece e não teria feito nada para ele, por este motivo, foi até a Delegacia de Polícia Civil e desejou representar criminalmente em desfavor do autor.

Título, descrição, avaliações, elementos visuais e dados de desempenho participam da apresentação de um app nas plataformas de distribuição.

Modelo adotado no país estabelece características comuns para identificar automóveis e facilitar o uso dos registros pelos órgãos de trânsito.

Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.