Acreditando ser boleto de parcela, mulher cai em golpe e perde R$ 1.200,00
Acreditando ser boleto de parcela, mulher cai em golpe e perde R$ 1.200,00

Acreditando ser boleto de parcela, mulher cai em golpe e perde R$ 1.200,00

Na manhã desta sexta-feira (04), a vítima uma mulher de 53 anos, procurou a Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, após cair em um golpe no WhatsApp.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima queria realizar o pagamento de um boleto, e entrou em uma conversa com o número (11) 97743-7176, acreditando que era da agência bancária. Um homem se apresentou como Ricardo Gomes, que enviou um boleto no valor de R$ 1243,63, a vítima imprimiu e pagou, achando que era o boleto da parcela do seu veículo.
Após registrar o pagamento, a vítima percebeu que não havia o nome da agência bancária no boleto, e ao entrar em contato com o verdadeiro número da agência, percebeu que havia caído em um golpe de estelionato. A vítima disse que vai tentar pedir o estorno do valor pelo banco.
Na manhã desta sexta-feira (04), a vítima uma mulher de 53 anos, procurou a Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, após cair em um golpe no WhatsApp.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima queria realizar o pagamento de um boleto, e entrou em uma conversa com o número (11) 97743-7176, acreditando que era da agência bancária. Um homem se apresentou como Ricardo Gomes, que enviou um boleto no valor de R$ 1243,63, a vítima imprimiu e pagou, achando que era o boleto da parcela do seu veículo.
Após registrar o pagamento, a vítima percebeu que não havia o nome da agência bancária no boleto, e ao entrar em contato com o verdadeiro número da agência, percebeu que havia caído em um golpe de estelionato. A vítima disse que vai tentar pedir o estorno do valor pelo banco.

Título, descrição, avaliações, elementos visuais e dados de desempenho participam da apresentação de um app nas plataformas de distribuição.

Modelo adotado no país estabelece características comuns para identificar automóveis e facilitar o uso dos registros pelos órgãos de trânsito.

Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.